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Sobre os noivos

Como é bom recordar! Conheça os detalhes da nossa caminhada até esse grande sonho do nosso casamento.

A versão da nossa história contada carinhosamente pela noiva, Tatiane Veras.

"O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". 1 Coríntios 13:7 Esse versículo resume a história que vou contar abaixo.

Nos conhecemos em maio de 2011, em Santarém, Pará. Fomos trabalhar num porto graneleiro quase no mesmo período, com a diferença de um mês. Três meses após a minha admissão, mudei de setor e o Giovani foi ser meu gestor, eu tinha na época 22 anos e ele 24. Mas, antes de contar como nos conhecemos, vou citar três possibilidades de não nos esbarrarmos nesse mundo (rs).

1º. Giovani nasceu em Londrina, no Paraná, eu nasci em Santarém, no Pará. Dois extremos opostos do país, Sul e Norte!!

2º. Giovani passou num concurso da Petrobrás para nível superior, todavia, antes de concluir o curso de engenharia ele foi chamado e não pôde assumir ao cargo. Eu passei aos 17 anos em enfermagem na UEPA, e desisti do curso no terceiro semestre. Se tivéssemos enveredado por esses caminhos, dificilmente nos conheceríamos.

3º. Giovani tentou entrar em várias empresas após concluir o ensino superior, porém como em 2008 ocorreu a "Bolha Imobiliária", poucas empresas estavam contratando. Eu participei de processos seletivos no segmento bancário, entretanto, não obtive sucesso.

Nossas vidas nos proporcionaram vários caminhos e por onde escolhemos andar fez toda a diferença... até os "Nãos" que recebemos contribuíram para estarmos aqui, prestes a nos casarmos. Agradecemos a Deus por ter permitido que nossas escolhas nos levassem um ao outro!

Voltando a 2011, quando nos conhecemos, nosso relacionamento sempre foi regado de muito respeito e parceria. Jamais confundimos a relação "gestor x subordinado". Fora da empresa, saíamos com jovens amigos solteiros para ir ao cinema/pizzaria ou nos encontrávamos em churrascos promovidos pelos nossos colegas do trabalho. Nesses momentos sempre conversávamos sobre diversos assuntos, tais como: faculdade, processos de trainee, experiência no exterior (Giovani já tinha ido ao EUA, eu nunca tinha nem saído do estado... rs), economia, gastronomia, história... enfim, engatávamos uma conversa na outra e sempre tínhamos longas e prazerosas conversas. A inteligência dele me fascinava e eu queria trilhar o mesmo caminho que ele percorreu até chegar ali.

Em dezembro de 2012 eu o convidei para participar da minha festa de formatura de Administração, ele aceitou e programou para voltar de férias para Santarém antes da festa. Em janeiro, dois dias depois que voltou de férias, na semana da minha formatura, ele recebeu uma ligação do seu pai informando que sua mãe tinha sofrido um AVC e que dificilmente ela sobreviveria. Ele prontamente comprou a passagem aérea para voltar para o Sul. A partir daí conheci um novo Giovani... não era mais a inteligência e sucesso profissional que mais me chamavam a atenção, e sim o cuidado e o imenso amor pela sua família. 

Em maio de 2013 resolvi sair da Terminal Graneleiro para ajudar o meu pai nos negócios da família. Giovani entendeu a minha decisão e a apoiou. Na semana que eu saí ele não estava na cidade, mas me ligou para desejar sucesso e me convidou para sair para jantar (ooooopa, como assim? ele nunca tinha feito isso, fiquei confusa, foi uma pergunta inusitada e eu respondi que já tinha compromisso... hahaha). Nos vimos depois mais duas vezes, uma vez num casamento de amigos do trabalho e a outra vez no cinema. No cimena, quando terminou o filme, dentre os amigos só eu tinha deixado o carro fora do estacionamento e estava chovendo, então ele me ofereceu uma carona. No caminho até o carro ele disse nas entrelinhas que gostava de mim, mas eu não entendi muito bem o que ele quis dizer, até porque sempre achei que ele iria querer casar com uma sulista loira dos olhos azuis (hahaha) e mais uma vez eu saí pela tangente. Até que no dia 01/08/2013 eu mandei um SMS o convidando para lanchar no Subway, disse que queria conversar, precisava de algumas orientações profissionais, ele prontamente aceitou. Nunca tinha ido ao Subway, nem sabia como montar o sanduíche (rs), ele me ajudou e conversamos muito, disse a ele que tinha me matriculado para fazer MBA na FGV em Belém e que queria saber como ele tinha se lançado no mercado de trabalho pela primeira vez, perguntei quais eram os percalços de morar sozinha... Ele foi muito atencioso (como sempre) e tirou todas as minhas dúvidas. Quando as minhas dúvidas acabaram, saímos do Subway, fui me despedir dele e... ele disse que precisava conversar comigo sobre outro assunto, olhou em direção ao rio Tapajós e apontou para um banco da orla. Meu coração acelerou, certamente fiquei muuuuito vermelha naquele momento. Com um sorriso amarelo, respondi que poderíamos conversar, mas disse que não tinha muito tempo, pois tinha horário para voltar pra casa e que meu pai iria me matar se chegasse em casa depois das 21h (hahaha... era verdade). Dessa vez ele foi muito claro em suas palavras, falou que me admirava como mulher, como filha, como profissional, disse que há um tempo tinha fortes sentimentos por mim, porém não podia externar por causa da nossa antiga relação "gestor x subordinado". Ele disse que sabia que eu iria embora para Belém em outubro, mas que isso não seria um entrave, uma vez que poderíamos viajar para nos vermos e que confiávamos no caráter um do outro. Eu respondi "não", disse que éramos muito diferentes, que apesar de sermos cristãos, um era evangélico e o outro católico, que jamais o acompanharia numa festa, que o namoro pra mim era para casar, que.... de repente ele virou o meu rosto e me surpreendeu com um beijo, depois olhou nos meus olhos e segurou bem forte as minhas mãos, disse que jamais me decepcionaria, pediu para eu confiar nele. E esse foi o "não" transformado em "sim" mais acertado da minha vida!!!

Desde então a distância e a saudade se tornaram constantes em nossas vidas. A confiança mútua contribuiu muito para que o nosso relacionamento desse certo. A partir daí não passamos sequer um dia sem se falar... dedicamos pelo menos uma hora dos nossos dias para conversarmos. Sim, a conversa é o nosso maior prazer, nossa melhor companheira. 

Em 2017 noivamos e em 2018 escolhemos para celebrar nosso casamento. Somos um improvável casal que deu muito certo, nos AMAMOS... ficaremos muito felizes se pudermos contar com a vossa presença na cerimônia e festa do nosso casamento, que acontecerá no dia 30/03/2018 em Londrina, no Paraná.

Abraços... nos vemos em 30/03? Confirme a sua presença no site!!!

 

 

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